Ricardo Stoppe Júnior representa o Brasil na COP28 como 'maior vendedor de créditos de carbono globalmente'
O empresário Ricardo Stoppe Júnior, dono do Grupo Ituxi (Lábrea/AM), participa da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Dubai (Emirados Árabes Unidos) se apresentando como o maior vendedor de crédito…
⚠️ Ricardo Stoppe Júnior representa o Brasil na COP28 como ‘maior vendedor de créditos de carbono globalmente’
🧭 Resumo
O empresário Ricardo Stoppe Júnior, dono do Grupo Ituxi (Lábrea/AM), participa da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Dubai (Emirados Árabes Unidos) se apresentando como o maior vendedor de créditos de carbono do mundo. Na época, já operava um esquema de grilagem de terras públicas da União no sul do Amazonas para emissão de créditos fictícios que posteriormente seria alvo da Operação Greenwashing.
Impacto Diplomático: Médio
Tipo de Escândalo: Fraude Ambiental
🏁 Introdução
O empresário Ricardo Stoppe Júnior, dono do Grupo Ituxi (Lábrea/AM), participa da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Dubai (Emirados Árabes Unidos) se apresentando como o maior vendedor de créditos de carbono do mundo. Na época, já operava um esquema de grilagem de terras públicas da União no sul do Amazonas para emissão de créditos fictícios que posteriormente seria alvo da Operação Greenwashing.
📊 Análise
Contexto e status
- ID timeline: 124
- Precisão da data: month
- Status (registro): investigado
Atores
- Ricardo Stoppe Júnior (empresário / investigado) — Grupo Ituxi
Instituições
- COP28
- Verra (certificadora internacional)
Valores e quantitativos
- creditos carbono vendidos: R$ 180.000.000
- area grilada: 530.000 hectares
- valor area: R$ 800.000.000
Base legal (referência)
- Lei 9.605/98 (crimes ambientais)
- CP art. 171 (estelionato)
- CP art. 299 (falsidade ideológica)
Conexões
op_greenwashing, op_carbono_oculto
🎯 Conclusão
Presença na COP28 ocorreu meses antes da deflagração da Operação Greenwashing (jun/2024). Demonstra a capacidade do grupo de operar na esfera internacional enquanto praticava crimes ambientais sistêmicos.