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Serra do Curral — cavas em área tombada, córrego destruído, R$ 830 mi em minério extraído

PF documenta: cavas Sump 3 e Sump 4 abertas entre 2014–2019 em área tombada pelo IPHAN desde 1960; Córrego Taquaril destruído e seco desde 2017; CGU confirma…

Serra do Curral — cavas em área tombada, córrego destruído, R$ 830 mi em minério extraído


🧭 Resumo

PF documenta: cavas Sump 3 e Sump 4 abertas entre 2014–2019 em área tombada pelo IPHAN desde 1960; Córrego Taquaril destruído e seco desde 2017; CGU confirma extração além dos limites do título minerário. Dano financeiro calculado: R$ 830 mi. CFEM não recolhida 2012–2019: R$ 11,4 mi. Barragem Água Fria (Ouro Preto, vinculada ao grupo) entre as 7 de maior risco de rompimento do Brasil.


🏷️ Metadados do corpus

Campo Valor
id_corpus 1557
Categoria analítica instancia_padrao
País / âmbito Brasil
Operação Operação Rejeito / Parcours

Cadeia lógica

Empabra / Kallas → extrai na Serra do Curral usando PRAD como escudo por 17 anos → Córrego Taquaril destruído 2017 → cavas em área tombada federal → R$ 830 mi extraídos sem CFEM → barragem em risco de ruptura

Atores

  • Empabra (extratora com escudo PRAD)
  • Lucas Kallas (controlador do grupo via Green Metals)

Análise

Escala do dano confirma P11: não é episódio isolado, é extração sistemática de patrimônio público durante 17 anos sob cobertura de instrumento jurídico legítimo. O dano à área tombada configura crime contra patrimônio cultural da União, não apenas infração ambiental. Barragem em risco replica o padrão de Mariana e Brumadinho.

Conexões no corpus

  • ID 1554: Parcours investigou o mecanismo PRAD que produziu este dano
  • ID 1568: Justiça Federal suspende 57 processos e multa ANM em mar/2026 em resposta a este dano
  • ID 128: Brasil Sangra: extração macroeconômica de patrimônio público — este caso é instância mineral

📚 Fontes verificáveis

  1. PF; CGU; MPF
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