Toffoli coloca caso de investigado do Master sob sigilo máximo após ser sorteado como relator
Um dia após ser sorteado para relatar recurso de Vorcaro no STF, Toffoli coloca o processo sob sigilo máximo e restringe acesso da PF a dados do celular.
⚖️ Toffoli coloca caso de investigado do Master sob sigilo máximo após ser sorteado como relator
🧭 Resumo
Um dia após ser sorteado para relatar recurso de Vorcaro no STF, Toffoli coloca o processo sob sigilo máximo. O ministro também tomou medidas que restringiram temporariamente o acesso da Polícia Federal a dados extraídos do celular de Vorcaro e nomeou peritos específicos para examinar o material, decisões classificadas como “não usuais” por especialistas.
Impacto Diplomático: Baixo
Tipo de Escândalo: Judiciário
🏁 Introdução
Em 28 de novembro de 2025, o ministro Dias Toffoli, recém-sorteado como relator de recurso de Daniel Vorcaro no STF, determinou sigilo máximo ao processo e adotou medidas que restringiram o acesso da Polícia Federal aos dados extraídos do celular do banqueiro. Especialistas em processo penal classificaram as decisões como atípicas.
📊 Análise
Medidas Adotadas por Toffoli
- Sigilo Máximo: Processo sob restrição total de acesso
- Restrição à PF: Acesso temporariamente limitado a dados do celular de Vorcaro
- Peritos Específicos: Nomeação de peritos determinados pelo ministro para examinar o material
- Sequência: Decisões tomadas um dia após o sorteio como relator
Análise de Especialistas
Juristas e membros do Ministério Público indicaram que as medidas são “não usuais” e podem dificultar o andamento das investigações da Operação Compliance Zero, que depende dos dados do celular de Vorcaro para apurar possíveis crimes e vínculos com autoridades.
Contexto
O episódio ocorreu após a revelação de que Toffoli viajara ao Peru no avião de empresário junto ao advogado de investigado do Caso Master, e em meio a denúncias sobre o contrato de R$ 129 milhões do escritório da esposa de Moraes com o Banco Master.
🎯 Conclusão
As decisões de Toffoli — sigilo máximo e restrição ao acesso da PF — somadas à viagem com advogado de investigado, geraram críticas sobre possível favorecimento e interferência nas investigações do Caso Master.