Toffoli viaja ao Peru com advogado de investigado do Caso Master em avião de empresário
O ministro Dias Toffoli viajou a Lima no mesmo avião particular do empresário Luiz Oswaldo Pastore com o advogado Augusto Arruda Botelho, que representa Luiz Antônio Bull no STF.
⚖️ Toffoli viaja ao Peru com advogado de investigado do Caso Master em avião de empresário
🧭 Resumo
O ministro Dias Toffoli, então relator do Caso Master, viajou a Lima (Peru) para a final da Libertadores no mesmo avião particular do empresário Luiz Oswaldo Pastore. No voo também estava o advogado Augusto Arruda Botelho, que representa o diretor de compliance do Master, Luiz Antônio Bull, em processos no STF. Toffoli não esclareceu o episódio publicamente.
Impacto Diplomático: Baixo
Tipo de Escândalo: Conflito de interesses
🏁 Introdução
Em 26 de novembro de 2025, veio a público que o ministro Dias Toffoli viajou a Lima, no Peru, para assistir à final da Copa Libertadores no mesmo avião particular do empresário Luiz Oswaldo Pastore. No voo também estava o advogado Augusto Arruda Botelho, que defende Luiz Antônio Bull — diretor de compliance do Banco Master — em processos que tramitam no STF.
📊 Análise
Detalhes do Episódio
- Destino: Lima, Peru (final da Libertadores)
- Aeronave: Avião particular de Luiz Oswaldo Pastore
- Passageiros: Toffoli, Pastore e Augusto Arruda Botelho
- Advogado: Representa Luiz Antônio Bull (Caso Master) no STF
- Relatoria: Toffoli era relator de processos do Caso Master
Questionamentos
- Convivência de ministro relator com advogado de investigado em viagem particular
- Ausência de esclarecimentos públicos sobre o episódio
- Contexto de decisões de Toffoli que restringiram investigações (sigilo máximo, restrição de acesso da PF a dados)
Pessoas e Instituições Envolvidas
- Dias Toffoli: Ministro do STF, relator do Caso Master
- Luiz Oswaldo Pastore: Empresário, dono do avião
- Augusto Arruda Botelho: Advogado de Luiz Antônio Bull
- Luiz Antônio Bull: Diretor de compliance do Banco Master
🎯 Conclusão
A viagem de Toffoli no mesmo avião do advogado de investigado do Caso Master, da qual ele era relator, levanta questões sobre observância às regras de impedimento e ao dever de apartação em situações que possam configurar aparência de favorecimento.