Vorcaro é preso novamente na 3ª fase da Operação Compliance Zero
Daniel Vorcaro é preso pela terceira vez pela PF na operação que apura corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos no esquema Banco Master-BRB.
🏦 Vorcaro é preso novamente na 3ª fase da Operação Compliance Zero
🧭 Resumo
Daniel Vorcaro é preso pela terceira vez pela Polícia Federal na terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos. A operação aprofunda investigações sobre o esquema de fraude bilionária envolvendo o Banco Master e o BRB.
Impacto Diplomático: Baixo
Tipo de Escândalo: Financeiro
🏁 Introdução
Em 4 de março de 2026, Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master liquidado pelo Banco Central em 2025, foi preso pela terceira vez pela Polícia Federal. A prisão ocorreu na terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos no âmbito do esquema bilionário envolvendo o Banco Master e o BRB.
📊 Análise
Contexto da Operação
- Compliance Zero: Operação da PF sobre fraudes do Banco Master
- Terceira Fase: Novo ciclo de prisões e buscas
- Crimes Apurados: Corrupção, lavagem de dinheiro, invasão de dispositivos
- Esquema: Fraude bilionária com vendas de carteiras sem lastro ao BRB
Desenvolvimento do Caso
O caso ganhou dimensão política com revelações sobre:
- Troca de mensagens entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes no dia da primeira prisão
- Contrato de R$ 129 milhões do escritório da esposa de Moraes com o Banco Master
- Viagem de Toffoli com advogado de investigado em avião de empresário
- Sigilo máximo imposto por Toffoli após ser sorteado relator
Pessoas e Instituições Envolvidas
- Daniel Vorcaro: Investigado, preso pela terceira vez
- Polícia Federal: Condução da operação
- Banco Master: Instituição liquidada
- BRB: Banco de Brasília, envolvido no esquema
🎯 Conclusão
A terceira prisão de Vorcaro demonstra que as investigações sobre o esquema do Banco Master seguem ativas e que novas evidências continuam surgindo, mantendo o caso em evidência e gerando questionamentos sobre a atuação de ministros do STF em processos ligados à instituição.