Moraes arquiva ação criminal de Letícia Sallorenzo contra jornalistas da Vaza Toga por falta de indícios
Em 26/01/2026, Moraes arquivou a ação criminal movida por Letícia Sallorenzo contra os jornalistas David Ágape e Eli Vieira (autores da série Vaza Toga) e o ...
Moraes arquiva ação criminal de Letícia Sallorenzo contra jornalistas da Vaza Toga por falta de indícios
Resumo
Em 26/01/2026, Moraes arquivou a ação criminal movida por Letícia Sallorenzo contra os jornalistas David Ágape e Eli Vieira (autores da série Vaza Toga) e o ex-assessor Eduardo Tagliaferro, acatando parecer da PGR de que não havia ‘indícios mínimos da ocorrência de ilícito penal’. Sallorenzo alegava campanha difamatória sistemática pelo uso de termos como ‘bruxa do TSE’, ‘infiltrada’ e ‘X-9’ — apelidos que, segundo os jornalistas, ela própria usa publicamente (perfil @bruxaOD) e reconhece em currículo Lattes ao descrever-se como ‘colaboradora informal’ do TSE desde 2022. O TSE, consultado via LAI, negou qualquer vínculo institucional formal com Sallorenzo.
Metadados do corpus
| Campo | Valor |
|---|---|
id_corpus |
1873 |
| Categoria analitica | vazatoga |
| Evidencia | ev-confirmed |
Atores
- Alexandre de Moraes (Arquivou a ação, acatando parecer da PGR)
- Letícia Sallorenzo (Autora da ação arquivada)
- David Ágape, Eli Vieira, Eduardo Tagliaferro (Alvos da ação arquivada)
Instituicoes
- STF
- PGR
- TSE
Resultado documentado
Ação arquivada. Jornalistas e Tagliaferro não processados a partir dessa petição.
Analise
Contraexemplo relevante para o protocolo anti-confirmation-bias do corpus: neste caso específico, o mesmo relator que concentra o padrão de chokepoint judicial documentado em outras entradas decidiu contra a parte alinhada ao próprio gabinete (Sallorenzo, identificada como colaboradora informal do TSE) e a favor dos jornalistas que o expõem. Registrar isso com o mesmo rigor aplicado aos casos de padrão contrário é exigência do próprio protocolo — não enfraquece a tese central, mas evita generalização indevida de que toda decisão do relator segue automaticamente um viés de proteção a aliados.
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Lacunas investigativas
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