Pesquisa do Instituto Sivis mede autocensura sobre críticas ao STF — 61,7% acreditam ser proibido criticar figuras públicas
Pesquisa do Instituto Sivis (2026), divulgada e analisada pela Gazeta do Povo, aponta que 61,7% dos entrevistados acreditam ser proibido criticar publicament...
Pesquisa do Instituto Sivis mede autocensura sobre críticas ao STF — 61,7% acreditam ser proibido criticar figuras públicas
Resumo
Pesquisa do Instituto Sivis (2026), divulgada e analisada pela Gazeta do Povo, aponta que 61,7% dos entrevistados acreditam ser proibido criticar publicamente figuras públicas no Brasil; 57,5% acreditam que acusar publicamente o STF de prejudicar a democracia é proibido; 38,2% preferem não se expressar politicamente com a família ao menos uma vez por mês.
Metadados do corpus
| Campo | Valor |
|---|---|
id_corpus |
1790 |
| Categoria analitica | mecanismo_sistemico |
| Evidencia | ev-alleged |
Atores
- Instituto Sivis (Instituto de pesquisa — autoria do levantamento)
Instituicoes
- Instituto Sivis
Resultado documentado
Dado quantitativo de percepção pública, não de ação institucional direta.
Analise
Se confirmado por fonte adicional, este dado é a evidência quantitativa mais forte de que o efeito chilling (P04) já não depende de ação estatal nova para se perpetuar — tornou-se crença internalizada sobre os limites legais da crítica, independente de fiscalização ativa.
Conexoes
- id_1791
Lacunas investigativas
- Todas as fontes localizadas sobre esta pesquisa vêm do mesmo veículo editorial (Gazeta do Povo, linha crítica ao STF). Antes de promover a ev-confirmed, é necessário localizar a pesquisa na fonte primária do Instituto Sivis ou em cobertura de veículo de espectro editorial diferente. Mantido como ev-alleged por sourcing concentrado, não por dúvida sobre a existência do instituto ou da metodologia.